Powered By Blogger

segunda-feira, setembro 26, 2011

Susepe adquire 113 computadores para agilizar consultas

Susepe adquire 113 computadores para agilizar consultas
26/09/2011 12:31

Os servidores da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) terão novos equipamentos de trabalho, que já começaram a ser configurados pela Divisão da Tecnologia da Informação (DTI), da Susepe. Ao todo, são 113 computadores destinados às maiores casas prisionais do interior e Porto Alegre.

Com uso prioritário aos sistemas Infopen e Cia, os equipamentos vão dar agilidade ao controle prisional, ampliando o atendimento aos familiares dos presos durante visitas às casas prisionais. Além disso, dará fluidez no atendimento às consultas e identificação dos presos, proporcionando também maior controle no regime semiaberto.

Os computadores, que chegaram na segunda-feira (19), foram adquiridos por meio de convênio n° 038/2006, firmado entre o Ministério da Justiça e o Estado do RS, que prevê a aplicação de recursos no Projeto de Reaparelhamento do Sistema Prisional do RS.
De acordo com o chefe substituto da DTI, Caue Rodrigues, os equipamentos passarão por um processo de formatação e instalação de programas e, em seguida, estarão habilitados para o uso. "Os computadores oferecerão uma melhor estrutura de trabalho interno e vão proporcionar mais segurança no trabalho desenvolvido pelos servidores", afirma Rodrigues.

Dentro do programa de renovação das máquinas, Juliana Moresco Tollotti, do Departamento de Planejamento (DPEN)/Convênios, disse que a aquisição busca o acompanhamento da evolução tecnológica. "Os programas estão cada vez mais complexos e exigindo mais do operador", enfatiza Juliana.

A ação foi uma conquista em conjunto com a Central de Compras do Estado do RS (Cecom), seccional da Contadoria e Auditoria- Geral do Estado (Cage)/SSP, Secretaria da Administração e dos Recuros Humanos (SARH), Grupo Executivo de Licitações e Contratos (Gelic), Secretaria de Segurança Pública (SSP), Comitê Executivo de Tecnologias e Informação (Cetic), que seguem o objetivo de trabalho integrado entre as instituições.

sábado, setembro 24, 2011

Secretário de Segurança afirma que atos de vandalismo têm motivação política


23/09/2011 21:54

As simulações de bombas e queima de pneus em espaços públicos e rodovias são ações criminosas praticadas por quadrilhas com um objetivo aparente de atingir o Governo e desestabilizar a segurança pública no Rio Grande do Sul. A afirmação foi feita pelo secretário da Segurança Pública, Airton Michels, pelo assessor especial do Gabinete do governador, Flávio Koutzii, e pelo comandante-eral da Brigada Militar, coronel Sérgio Abreu, durante coletiva à imprensa, no final da tarde desta sexta-feira (23), que contou, ainda, com a presença do secretário adjunto da SSP, Juarez Pinheiro.


O coronel Sérgio Abreu informou que 40 pessoas suspeitas já foram ouvidas e 26 inquéritos já foram instaurados para apurar a autoria desses crimes. Acrescentou que as investigações já contam com o apoio do Ministério Público.


Airton Michels explicou que está sendo feita uma investigação extremamente rigorosa para a apuração dos delitos. Acrescentou que essas ações deixaram vestígios, apesar de dificultar o flagrante. "Quem participou ou está participando desta organização criminosa será punido de uma forma mais severa, pois esses atos se configuram como formação de quadrilha". Apesar de não divulgar nomes, o secretário disse que há indícios de que entre os envolvidos, alguns têm ligações com brigadianos e outros, não.


Flávio Koutzii argumentou que, justamente quando a proposta de reajuste salarial do Governo foi aceita pelos cabos e soldados, ocorreu uma reação mais agressiva, com a colocação de um artefato simulando uma bomba. "É muito provável que esse tipo de ação obscura tenha motivação de interesse político contrário a um governo democrático e, caso isso se confirme, o mesmo será encaminhado ao Ministério Público".


Assinalou, ainda, que a proposta salarial é atípica para um primeiro ano de Governo e que os resultados positivos obtidos nas negociações com os servidores da segurança pública têm provocado reação extremada por parte de grupos com interesses políticos contrários a uma gestãoo democrática. "E isso não vai nos intimidar", enfatizou.


Os vestígios do artefato colocado nesta sexta-feira, na rua Fernando Machado, em frente ao posto do 9º Batalhão da BM, já está sendo investigado pelos peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP).

Plantão de Notícias

Zero Hora

Últimas notícias

Carregando...